De Elizabeth Royte, foi recentemente publicado o livro "Bottlemania: How Water Went on Sale and Why We Bought It" (não disponível em Portugal), que explora as razões para a existência e crescimento do mercado das águas de nascente engarrafadas. Como complemento, leia-se o site do livro (com excertos da obra), o artigo da The Economist e a crítica ao livro do The New York Times. Fica ainda parte de um artigo de João Pereira Coutinho, publicado no Expresso:
"Perguntam-me às vezes qual a principal diferença entre o norte e o sul, entre o Porto e Lisboa. Tenho a vantagem, ou a desvantagem, de viver entre ambas. E respondo sempre uma evidência: água engarrafada. (...) Tudo se resume a experiência pessoal: eu, em casa de amigos lisboetas, solicitando um copo de água para matar a sede. E eles, com a naturalidade típica do sul, abrem a torneira e enchem o copo.
No Porto, este gesto - abrir a torneira e encher o copo para o convidado - seria o suficiente para lançar duas famílias em guerra. Quando um homem do norte pede um copo de água, ele sabe que existe uma diferença entre água da torneira (que serve para cozinhar, tomar banho e alimentar os cães) e água engarrafada (exclusivamente para seres humanos)."
terça-feira, 29 de julho de 2008
Garrafomania
Nota técnica de
Tamoyo
at
23:11
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1 comentário:
e isto é mesmo assim, eu que sendo de Lisboa estou habituada a beber água da torneira, quando chego ao Porto e faço o mesmo olham para mim como se eu fosse doida! Uma vez uma empregada respondeu-me, quando eu lhe disse que a água da torneira era boa, fie-se nisso, fie! Ah Ah Ah!
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